O candidato a prefeito do Recife pelo DEM, Mendonça Filho, criticou, neste domingo (1º), o adversário João Campos, do PSB, por entrar na reta final da campanha “sem discutir com a população os problemas do Recife real, que é um legado socialista e de gestões seguidas do seu grupo político”.
“João Campos é PSB, é o candidato do prefeito Geraldo Julio e do governador Paulo Câmara, mas não assume. Só quer o bem bom, a herança da eleição. Mas não vai ter, porque o Recife exige respeito e vai dar a resposta certa”, afirmou Mendonça, durante visita ao bairro de Coqueiral, onde ouviu muitas queixas da população.
Segundo Mendonça, é um “desrespeito” com o povo do Recife que João Campos “ignore que o Recife é a capital do desemprego, da corrupção, que tem 57% da população sem acesso a tratamento de esgoto e déficit de 70 mil moradias”.
“João não pode fingir que não é com ele. Chega agora, como se vivesse em outro planeta, para falar de futuro. Como representante do descaso da gestão socialista, João Campos tem que falar do hoje, daqueles que vivem em condição de invisibilidade e sofrem diariamente com a falta de cuidado e com a incompetência das gestões do PSB no Recife”, disse Mendonça.
Na conversa com os moradores de Coqueiral, Mendonça reafirmou a proposta de congelamento do IPTU e da Taxa de Lixo (TRSD) por dois anos, a suspensão de reavaliações tributárias imobiliárias e a revisão da legislação tributária. “É uma proposta inédita e elaborada com responsabilidade fiscal, sustentação financeira e técnica. Vamos eliminar a lógica punitiva do PSB de sacrificar a população e os empreendedores na cidade com altas taxas e impostos”, afirmou.
Mendonça propõe renegociar grandes contratos nas administrações direta e indireta para cobrir o impacto financeiro da medida.
? Foto: Bruno Campos