Com informações da Central de Notícias
O governador de Pernambuco (PSB) teve a reeleição assegurada após uma aliança com o PT, de Lula, em 2018.
Para 2022, com a decisão de hoje, o PSB já ventila a possibilidade de retornar aliança com o PT.
Com a alta popularidade de Lula no estado, sobretudo no interior, a eleição de Geraldo Julio (PSB) para governador ficaria mais segura, diferentemente de uma aliança com o PDT, de Ciro Gomes (pouco potencial de votos no estado em relação a Lula). Ciro deverá ser candidato a presidente pela quarta vez.
Em 2018, o PSB não apoiou o PDT, como prometeu nos bastidores, e ficou “neutro” na eleição presidencial. Em Pernambuco, estado do grupo que manda no PSB, os pessebistas apoiaram Fernando Haddad (PT) para presidente, em 2018. Dois anos antes, o PSB foi o partido decisivo na votação do impeachment de Dilma Rousseff.
PT e PSB fizeram acordo. O PT retirou a candidatura Marília Arraes para o Governo de Pernambuco e apoiou Paulo Câmara. E o PSB deu uma rasteira em Ciro Gomes e apoiou o PT em Pernambuco.
O palanque em Pernambuco, além de Paulo Câmara, juntou Humberto Costa (PT) e Jarbas Vasconcelos (MDB) para o Senado. A união dos candidatos ao Senado é considerada por especialistas até hoje como “a aliança mais incoerente da história política de Pernambuco”.