
Levantamento do Datafolha divulgado nesta sexta-feira (6) pela rádio CBN e pelo Blog do Elielson, mostra que o presidente Lula (PT) mantém ampla vantagem na disputa presidencial em Pernambuco, mesmo diante de diferentes nomes da oposição testados em cenários estimulados. O dado reforça o tradicional desempenho favorável do petista no estado, enquanto revela que Flávio Bolsonaro (PL) aparece como o nome mais competitivo do campo oposicionista.
A pesquisa Datafolha ouviu 1.022 pessoas entre os dias 2 e 4 de fevereiro de 2026, com margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob os números PE-09595/2026 e BR-06559/2026.
Cenário com Tarcísio
No primeiro cenário testado, com o nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (REPUBLICANOS), Lula lidera com 55% das intenções de voto, contra 14% do adversário paulista. Os outros nomes testados aparecem com percentuais baixos: Ratinho Junior (PSD) tem 5%, Renan Santos (MISSÃO) marca 3% e Romeu Zema (NOVO), 2%.
Brancos, nulos ou nenhum somaram 18%, enquanto 3% não souberam responder.
Cenário com Flávio Bolsonaro
No segundo cenário estimulado, substituindo Tarcísio por Flávio Bolsonaro (PL), Lula tem 54% das intenções de voto, mas o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro aparece com 25%, desempenho mais expressivo do que os demais nomes da oposição.
Ratinho Júnior, Renan Santos e Romeu Zema repetem desempenho fraco, com 3%, 2% e 2%, respectivamente. Brancos, nulos ou nenhum somam 12%, e 2% não souberam.
2º turno
Na simulação de segundo turno entre Lula e Tarcísio de Freitas, o petista venceria com 58%, ante 29% do governador paulista. Em comparação à pesquisa de outubro de 2025, Lula oscilou negativamente um ponto percentual, enquanto Tarcísio oscilou positivamente na mesma proporção. Brancos/nulos/nenhum somaram 11% e 2% não souberam, mantendo os mesmos índices da sondagem anterior.
Já no cenário inédito de segundo turno com Flávio Bolsonaro, Lula teria 59% dos votos, contra 31% do senador do PL. Brancos/nulos/nenhum representam 9%, e outros 2% não souberam opinar.
