A balança comercial brasileira iniciou o ano com crescimento de 9,6%, resultado que reforça o peso estratégico dos investimentos em infraestrutura para sustentar o avanço do comércio exterior. Sob a gestão do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o fortalecimento da logística portuária tem sido apontado como um dos principais pilares para garantir eficiência no escoamento da produção nacional.
De janeiro até a segunda semana de fevereiro, o país acumulou saldo positivo de US$ 5,136 bilhões, com corrente de comércio de US$ 72,625 bilhões. O desempenho é resultado de US$ 38,88 bilhões em exportações frente a US$ 33,744 bilhões em importações. Os dados preliminares foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.
No recorte das exportações, houve crescimento de 20,7% na comparação entre as médias diárias até a segunda semana de fevereiro de 2026 (US$ 1,3 bilhão) e as registradas em fevereiro de 2025 (US$ 1,1 bilhão). Já as importações avançaram 11,4% na comparação entre a média diária até a segunda semana de fevereiro de 2026 (US$ 1,29 bilhão) e a de fevereiro de 2025 (US$ 1,16 bilhão), sinalizando aquecimento da atividade econômica e maior integração comercial.
Para Silvio Costa Filho, o desempenho positivo está diretamente relacionado à política de modernização da infraestrutura adotada pelo governo federal. Segundo ele, o foco na ampliação de investimentos, na modernização dos portos e na melhoria da gestão logística tem sido determinante para ampliar a competitividade brasileira no mercado internacional.
“Estamos trabalhando para fortalecer a infraestrutura portuária e aeroportuária do país, garantindo mais eficiência, competitividade e redução de custos para quem produz e exporta. Essa é uma diretriz do governo do presidente Lula, que entende que investir em logística é investir no crescimento do Brasil”, afirmou o ministro.
Ele também destacou que a consolidação de uma infraestrutura mais moderna e integrada é essencial para sustentar o crescimento do comércio exterior, ampliar a geração de emprego e renda e posicionar o Brasil de forma mais estratégica nas cadeias globais.
O avanço de 9,6% na balança comercial neste início de ano indica que, com planejamento e investimentos estruturantes, o país segue fortalecendo sua presença no mercado internacional, tendo a infraestrutura como base para ampliar competitividade e garantir desenvolvimento sustentável.
