Bom Prato ultrapassa 1 milhão de refeições por mês e consolida maior expansão da história em Pernambuco

Mário Flávio - 20.11.2025 às 09:05h

Pernambuco alcançou um marco histórico na política de segurança alimentar. O Programa Bom Prato, vinculado ao Pernambuco Sem Fome, atingiu a marca de mais de 1 milhão de refeições servidas mensalmente para pessoas em situação de vulnerabilidade em todas as regiões do Estado.

Com 237 cozinhas comunitárias em funcionamento, cada uma ofertando no mínimo 200 refeições de segunda a sexta-feira, o programa chega a 1.042.800 refeições mensais, considerando a média de 22 dias úteis — um volume inédito desde a criação da política.

A governadora Raquel Lyra (PSD) destacou a importância do programa para o enfrentamento à fome e a expansão acelerada do serviço.

“O Programa Bom Prato é fundamental para garantir que mais pernambucanos tenham acesso a alimentação nutritiva e à segurança alimentar. Desde 2023, já servimos mais de 19,4 milhões de refeições e entregamos 182 novas cozinhas comunitárias somente nesta gestão, mostrando que se trata de uma das políticas públicas mais sólidas do nosso Estado”, afirmou.

Nesta quarta-feira (19), a inauguração da Cozinha Comunitária Veraneio, em Arcoverde, no Sertão do Moxotó, elevou para 237 o número de unidades ativas. O equipamento é o terceiro em funcionamento no município, conta com oito profissionais e oferece almoço à comunidade das 6h às 14h, de segunda a sexta-feira.

O secretário estadual de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas, Carlos Braga, reforçou que o crescimento do programa representa o compromisso da gestão com os mais vulneráveis.

“Esperamos chegar às 300 cozinhas comunitárias até o final do ano. Esse esforço evidencia a seriedade da gestão Raquel Lyra com a população vulnerável. A fome não espera”, afirmou.

Até 2022, Pernambuco contava com apenas 55 cozinhas comunitárias ativas. Em pouco mais de dois anos, o Estado registrou a maior expansão do programa desde sua criação, apoiado por repasses financeiros em dia e assistência técnica contínua da SAS.

Cada unidade recebe aporte inicial de R$ 50 mil para implantação e repasse mensal de R$ 20 mil após a abertura. As refeições são destinadas a pessoas encaminhadas pelos equipamentos municipais de assistência social, como CRAS e CREAS.

Com o avanço do Bom Prato, Pernambuco consolida um dos programas mais robustos de combate à fome do país — e amplia a rede de proteção social para milhares de famílias em situação de vulnerabilidade.