A campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) entrou com uma ação noTribunal Superior Eleitoral (TSE) contra uma live, intitulada de “superlive”, feita pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que contou com artistas e apoiadores do petista.
Os advogados de Bolsonaro argumentaram ocorrência de abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação por parte de Lula, já que houve uma grande campanha de transmissão ao vivo do evento pelas redes sociais, bem como em bares e restaurantes em localidades distintas no Brasil.
Para a campanha de Bolsonaro, é ilegal promover “a reunião de várias personalidades, artistas, influencers, intelectuais sérios e pseudointelectuais, no megaevento em questão, para catapultar a candidatura lulista, o que descamba […] uma tentativa de expropriação do poder político pelo poder de comunicação aquilatado na busca pela manipulação da opinião pública“.
A campanha do presidente pediu que as imagens da “superlive” sejam proibidas de estarem nas propagandas de Lula, e que os vídeos, retransmissões e imagens do evento sejam apagadas também das redes dos famosos presentes.
