Federação União Progressistas é homologada e Eduardo da Fonte assume comando em Pernambuco

Mário Flávio - 26.03.2026 às 11:35h

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade, nesta quinta-feira (26), a criação da Federação União Progressista, formada pela união entre o União Brasil e o Partido Progressistas (PP). A nova configuração partidária já nasce como a maior força política do país, com impacto direto no cenário eleitoral de 2026.

Em Pernambuco, o comando da federação ficará sob a responsabilidade do deputado federal Eduardo da Fonte, que destacou a importância da consolidação do bloco político. “É com muita alegria que recebo a notícia da homologação da nossa federação. Assumo essa responsabilidade com bastante seriedade e compromisso, ciente da força que essa união representa para Pernambuco e para o Brasil. Essa federação nasce com o objetivo de fortalecer o cuidado com as pessoas, e é com esse propósito que vamos continuar trabalhando”, afirmou.

A Federação União Progressista reúne duas das principais siglas do país e passa a contar com mais de 100 deputados federais e cerca de 12 senadores, além de concentrar um dos maiores volumes de recursos do fundo eleitoral e tempo de propaganda partidária.

Impacto em Pernambuco

Com a homologação, a federação passa a ter papel estratégico na formação de alianças em Pernambuco. Sob o comando de Eduardo da Fonte, o bloco ganha protagonismo nas articulações para 2026, especialmente na disputa entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e o prefeito do Recife João Campos (PSB).

A definição do posicionamento da federação no estado pode ser determinante para o equilíbrio da disputa, já que o grupo reúne estrutura partidária robusta, capilaridade no interior e forte influência política.

Além disso, por se tratar de uma federação — modelo que exige atuação conjunta por quatro anos —, União Brasil e PP deverão seguir alinhados nas decisões estratégicas, incluindo apoio a candidaturas majoritárias e montagem de chapas proporcionais.