A formação da chapa da Federação União Progressista, composta por União Brasil e Progressistas, para a disputa de deputado estadual em Pernambuco tem chamado atenção nos bastidores políticos. Com um conjunto de nomes competitivos e forte densidade eleitoral, o grupo vem sendo comparado ao tradicional “grupo da morte” da Copa do Mundo FIFA.
A federação reúne uma série de deputados que vão buscar a reeleição, formando uma chapa considerada altamente competitiva. Entre os nomes estão Delegada Gleide Ângelo, France Hacker, Danilo Godoy, Claudiano Filho, Adalto Santos, Kaio Maniçoba, Pastor Cleiton Collins, Joel da Harpa, Pastor Júnior Tércio, Antonio Coelho e Henrique Queiroz Filho.
Além dos atuais parlamentares, a chapa ainda conta com nomes considerados “peso-pesado” na disputa proporcional, como Gersinho Filho, Aline Correa, Léo do Ar e o vereador de Caruaru, Anderson Correia.
A analogia com o “grupo da morte” se dá justamente pela alta competitividade interna. Assim como em uma chave difícil da Copa do Mundo, onde seleções fortes disputam poucas vagas, na federação o cenário é semelhante: muitos candidatos com potencial eleitoral elevado disputando um número limitado de cadeiras na Assembleia Legislativa de Pernambuco.
Na prática, isso significa que mesmo nomes com votação expressiva podem enfrentar dificuldades para garantir a reeleição ou conquistar uma vaga, diante do nível elevado da concorrência dentro da própria chapa. Por outro lado, a estratégia fortalece a federação como um todo, ampliando as chances de conquistar uma das maiores bancadas da Alepe.
Nos bastidores, a expectativa é de que a federação possa eleger até 15 deputados estaduais em um cenário considerado ideal. No entanto, lideranças do grupo avaliam que alcançar entre 12 e 13 cadeiras já será um resultado bastante positivo, consolidando a União Progressista como uma das forças dominantes na Assembleia Legislativa de Pernambuco nas eleições de 2026. A conferir.
