Prestes a completar um ano de pandemia, o Brasil ultrapassou a marca de 250 mil mortes devido à covid-19. Em meio à falta de vacinas e com novas variantes, especialistas citam o ritmo acelerado de transmissão e de óbitos, consequência da falta de medidas de isolamento e de restrições.
O registro do primeiro óbito pela doença no Brasil ocorreu em 12 de março, e foram necessários 100 dias para que o número chegasse a 50 mil – marca atingida em 20 de junho do ano passado.
Entre a cifra de 200 mil, atingida em 7 de janeiro de 2021, e a de 250 mil, passaram-se 48 dias. O ritmo dos óbitos deve continuar acelerando e o país pode atingir 300 mil mortes ainda no mês de março.
Segundo o novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa, o país registrou ontem 1.433 mortes pela covid-19 em 24 horas. Com isso, a média móvel foi de 1.129 — a pior na pandemia.
VACINA – O Ministério da Saúde admitiu que errou e trocou a quantidade de doses de vacinas contra a covid-19 enviadas ao Amazonas e ao Amapá nesta quarta-feira (24).
Em nota, a pasta afirmou que imunizantes serão transferidos entre os estados.
Depois de anunciar o recebimento de 2,8 mil doses de vacinas, o Amapá identificou que o carregamento continha, na verdade, 78 mil unidades da AstraZeneca. Essa era a mesma quantidade prevista para ser entregue ao Amazonas, que recebeu menos de 2% da quantidade anunciada.
Nesta quinta-feira, algumas capitais, como Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Luís (MA), retomam a vacinação de idosos, após a confirmação do repasse de doses do Ministério da Saúde.
Com informações da Central de Notícias