O Diretório Estadual do PPS acaba de emitir nota oficial sobre a prisão preventiva do vereador Jajá. O texto assinado pela presidente do PPS/PE, Débora Albuquerque, esclarece que membros da diretoria estiveram na cidade esta semana para “colher informações” e “dar assistência ao vereador”. “Segundo o advogado de Jajá, a prisão representou um excesso”. Segue a íntegra da nota:
NOTA OFICIAL – A Comissão Executiva Estadual do PPS, reunida nesta terça-feira (23), decidiu enviar a Caruaru os dirigentes Manoel Carlos e Fabiano Santos, para colher informações “in loco” e dar assistência ao vereador Jajá, detido por ordem judicial. O parlamentar alega estar sendo vítima de perseguição política, por sua postura de oposição firme ao Governo Municipal. Segundo o advogado do vereador, José Américo Monteiro de Moraes, “a prisão representou um excesso”. O vereador é acusado de adquirir um veículo que, segundo a polícia, fora roubado e os documentos falsificados.
Ele recebera uma intimação para comparecer ao Fórum e apresentar sua defesa, o que fez acompanhado do seu advogado. Ao chegar, foi surpreendido com a medida excessiva de prisão. Afinal, o parlamentar tem residência fixa, é empresário estabelecido na cidade, vereador em pleno exercício de mandato, tendo comparecido ao Fórum a fim de colaborar com a Justiça.
A Direção Estadual do PPS acompanha com preocupação os últimos acontecimentos, tendo em vista que o vereador vinha sendo vítima de perseguição política e discriminação, por sua postura oposicionista firme na Câmara, e, como tem ressaltado a imprensa, “por ser o primeiro homossexual assumido a conquistar uma vaga na Câmara de Caruaru”.
Nesse sentido, o PPS já disponibilizou assessoria jurídica para acompanhar o caso junto ao advogado de defesa do vereador.
Saudações socialistas,
Débora Albuquerque
Presidente do PPS/PE
