
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Raul Araújo, votou na manhã pela improcedência no voto do relator e a favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Araújo divergiu do relator na inclusão da minuta de teor golpista encontrada na casa do ex-ministro Anderson Torres. Apócrifa e sem data, ela defendia um Estado de Defesa no TSE.
O ministro aceitou o argumento da defesa que não existe “conexão” entre a minuta e a acusação contra Bolsonaro, julgado por ter convocado uma reunião com embaixadores no ano passado para falar mentiras sobre o processo eleitoral brasileiro.
O placar está 1 a 1, após os votos do relator Benedito Gonçalves e Raul Araújo. Bolsonaro é julgado por possível abuso de poder político e dos meios de comunicação pela reunião que ele fez com embaixadores no ano passado para levantar dúvidas sobre as urnas eletrônicas. O ex-candidato a vice-presidente Walter Braga Netto (PL) também é alvo da ação.
Na quinta da semana passada, o PDT, autor da ação, e o Ministério Público Eleitoral defenderam a condenação do ex-presidente. Já a defesa de Bolsonaro pediu o arquivamento da ação.
